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Saiba como funciona o armazenamento de células-tronco escolhido por Camila Queiroz para a filha

5h agopt

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Extra OnlineSaiba como funciona o armazenamento de células-tronco escolhido por Camila Queiroz para a filhaglobo.com
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Camila Queiroz compartilhou com os seguidores uma decisão tomada ainda durante a gestação de Clara, sua primeira filha com Klebber Toledo. A atriz contou que escolheu armazenar as células-tronco coletadas no parto, a partir do sangue e do tecido do cordão umbilical da bebê, após pesquisar sobre o procedimento e conversar com sua obstetra. Segundo ela, a escolha foi feita pensando em possíveis aplicações futuras e no cuidado com a saúde da herdeira. Entenda a soroterapia, procedimento usado por Virginia Fonseca que ganhou fama entre celebridades Relatos de famosas ampliam debate sobre lipedema; entenda sintomas e cuidados no inverno O interesse pelo tema, de acordo com Camila, começou antes mesmo da gravidez. Durante a gestação, ela passou a acompanhar conteúdos sobre maternidade e buscou informações mais específicas sobre a coleta de células-tronco, além de conversar com profissionais para entender as possibilidades e limitações do procedimento. "Desde antes de eu engravidar, quando eu só desejava ser mãe, eu sempre consumi todos esses conteúdos. Então, eu assistia a vídeos de relato de parto, de bolsa maternidade, dicas de como cuidar de uma criança. Enfim, hoje eu continuo assistindo, continuo gostando muito, claro que com um outro olhar", iniciou. A atriz explicou que conversou diversas vezes com a obstetra antes de tomar a decisão e acompanhou informações sobre estudos envolvendo o uso das células-tronco. "Eu perguntei muitas vezes para a minha obstetra, fui atrás, me informei pra caramba, e ela sempre me dava respostas muito otimistas, muito positivas, inclusive sobre estudos que ainda continuam acontecendo. Então, hoje, a gente já tem milhares de transplantes que foram realizados e diversas aplicações das células-tronco. E essas pesquisas, como eu falei, ainda continuam sendo feitas, e isso só reforça o potencial da coleta das células-tronco". O que são células-tronco? Entenda a escolha de Camila Queiroz para a filha, Clara Reprodução Instagram A coleta escolhida por Camila é feita durante o parto, a partir do sangue e do tecido do cordão umbilical. O material, que normalmente seria descartado após o nascimento, pode ser armazenado em bancos especializados para eventual utilização em tratamentos aprovados ou em pesquisas clínicas. "Foi uma coleta feita no parto, de forma muito rápida", afirmou. Segundo ela, o processo não interfere no nascimento do bebê e não oferece riscos para a mãe ou para a criança. "É um processo muito simples, muito seguro, não tem risco nenhum nem para a mamãe, nem para o bebê. Eu praticamente nem vi a pessoa fazendo essa coleta", completou. Ao falar sobre a decisão, Camila também incentivou outros pais a buscarem informação antes de optar pelo armazenamento: "Para nós, foi uma escolha muito consciente, muito pensada e pensando principalmente no futuro da Clara. Mamães e papais que estão agora nesse momento de tomar essa decisão, deem uma pesquisada, perguntem para a obstetra de vocês, se informem mais". O que a ciência já sabe sobre o uso das células-tronco As células-tronco do cordão umbilical são utilizadas atualmente em tratamentos médicos, principalmente em casos relacionados a doenças do sangue e do sistema imunológico, como leucemias, linfomas, anemias graves e falências medulares. O material também é estudado pela medicina regenerativa, área que busca novas aplicações para condições como diabetes tipo 1, doenças neurológicas e lesões em diferentes tecidos. O que são células-tronco? Entenda a escolha de Camila Queiroz para a filha, Clara Reprodução Instagram O uso dessas células depende de regulamentação e de indicações específicas. De acordo com a Criogênesis, empresa especializada no armazenamento de células-tronco, há aplicações aprovadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para determinadas doenças, enquanto outras possibilidades ainda estão em fase de pesquisa clínica. Entre os estudos em andamento estão investigações sobre o uso das células-tronco em condições como diabetes tipo 1, lesão medular, acidente vascular cerebral, autismo, infarto do miocárdio, lesões da córnea e doenças neurológicas, como Parkinson e Alzheimer. A Anvisa estabelece normas para garantir a segurança dos processos envolvendo células humanas destinadas ao uso terapêutico e à pesquisa clínica. Entre as regulamentações estão regras relacionadas às boas práticas em células humanas para uso terapêutico, ao registro desses produtos no país e à fabricação de terapias avançadas. O armazenamento do material também envolve custos, que variam conforme o tipo de coleta e o banco escolhido pela família. Normalmente, há uma cobrança inicial pelo procedimento realizado no nascimento e outra referente à manutenção das células armazenadas ao longo dos anos. A importância da avaliação médica Apesar do interesse crescente pelo armazenamento de células-tronco, especialistas ressaltam que a decisão deve ser tomada a partir de orientação profissional e considerando cada caso individualmente. A coleta não representa uma garantia de uso futuro do material, já que as aplicações dependem das necessidades médicas e das evidências científicas disponíveis.

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