Busca por magreza extrema após os 40 anos aumenta riscos à saúde feminina
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Mariana Versolato
3d ago· 5 min readptNews
Summary
O artigo aborda o retorno do padrão estético de magreza extrema, que agora afeta também mulheres acima dos 40 anos, impulsionado por celebridades como Olivia Wilde, Nicole Kidman e Demi Moore. A busca por um corpo excessivamente magro nessa faixa etária aumenta riscos à saúde como perda de massa muscular, desnutrição, osteoporose, perda de cabelo e colágeno, e arritmias. A restrição alimentar acelera problemas associados ao envelhecimento, tornando-se mais perigosa do que para mulheres jovens.
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· 3 pulledA volta da magreza extrema como padrão estético, que teve seu auge nos anos 1990 com a modelo britânica Kate Moss, não afeta apenas meninas jovens, mas também mulheres mais velhas.
O problema é que correr atrás de um corpo esquálido a partir dos 40 anos aumenta ainda mais o risco de problemas que tendem a aparecer com o envelhecimento, como perda de massa magra e força muscular, desnutrição e osteoporose.
Restrição alimentar pode acelerar perda de músculos, cabelos e colágeno, além de desenvolver osteoporose e arritmias
Restrição alimentar pode acelerar perda de músculos, cabelos e colágeno, além de desenvolver osteoporose e arritmias
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