Com a chegada das férias de julho, pais precisam redobrar atenção
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Pedro Lacerda – Repórter da Rádio Nacional
15h agopt
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agenciabrasil.ebc.com.brCom a chegada das férias de julho, pais precisam redobrar atençãoebc.com.brCom a chegada das férias de julho, a atenção dos pais precisa ser redobrada. A diversão das crianças exige vigilância extra, ainda mais com os jogos da Copa do Mundo ocupando o foco dos adultos. Nesta época, os pequenos passam mais tempo em casa, em condomínios, clubes e praias. Ambientes que, sem cuidado, escondem perigos. A curiosidade infantil é saudável, mas pode levar a situações de risco. Dentro de casa, quedas de móveis, queimaduras e choques em tomadas estão entre os acidentes mais comuns. Na cozinha, o perigo é ainda maior. A pediatra Tânia Zamarato , da Sociedade Brasileira de Pediatria, faz um alerta importante: "Cozinha é um lugar que criança pequena não deveria entrar. A gente acha que mais ou menos até uns 7 anos ela não tem discernimento para estar na cozinha, e é onde acontecem queimaduras, cortes, até intoxicações." Outras recomendações são fixar móveis e televisores na parede, instalar redes de proteção nas janelas e manter objetos cortantes e produtos de limpeza fora do alcance das crianças. Fora de casa, o cuidado deve ser redobrado com piscinas, bicicletas sem capacete e brincadeiras na rua sem companhia. Praias e clubes exigem atenção contra afogamentos e quedas em áreas escorregadias. Mas não são só as piscinas que merecem cuidado. Um simples balde com água também pode ser fatal. A pediatra Tânia Zamarato reforça o alerta: "Qualquer depósito de água, até um balde, eventualmente, com uma criança pequena, aquilo pode ser perigoso para um afogamento. Tem criança que afoga em pequenas quantidades de água. A gente sempre recomenda que banheira, que esses baldes sejam sempre esvaziados, que a criança nunca pode ficar na banheira sozinha, mesmo que a quantidade de água seja mínima." Ambiente digital A supervisão no ambiente digital é tão importante quanto a física. Desafios virtuais e pegadinhas violentas podem abalar a saúde emocional das crianças. Mudanças de comportamento, isolamento ou medo excessivo são sinais de alerta. Até os 7 anos, o acompanhamento direto é indispensável. Depois, a autonomia vem com diálogo e responsabilidade. Por isso, a orientação dos especialistas é: brincar com segurança gera aprendizado e boas recordações. Sem abrir mão da aventura, mas sempre com limites. 2:35
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