All Topics
All Topics
Technology
Technology
AI
AI
Business
Business
Entertainment
Entertainment
News
News
Programming
Programming
Security
Security
Science
Science
Design
Design
Environment
Environment
Finance
Finance
Crypto
Crypto
Politics
Politics
Sports
Sports
Education
Education
Gaming
Gaming
Art
Art
Music
Music
Health
Health
Books
Books
Food
Food
Travel
Travel
Personal
Personal
Bluesky
Twitter
First reported by Infobae
La Justicia francesa define este martes si Marine Le Pen podrá presentarse a las elecciones presidenciales de 2027

Justiça francesa mantém condenação de Marine Le Pen por desvio de recursos da União Europeia

2h agopt

Source

Extra OnlineJustiça francesa mantém condenação de Marine Le Pen por desvio de recursos da União Europeiaglobo.com
Snippet from the RSS feed
O Tribunal de Apelação de Paris decidiu nesta terça-feira manter a condenação de Marine Le Pen, definindo o futuro político da líder da extrema direita e sua possibilidade de disputar a eleição presidencial francesa de 2027. Le Pen havia recorrido da sentença que a condenou por desvio de recursos do Parlamento Europeu e a tornou inelegível por cinco anos. A decisão é considerada um marco para a disputa presidencial do próximo ano, na qual Le Pen aparece entre os principais nomes nas pesquisas de intenção de voto. Entenda: Condenada, líder da extrema direita francesa descarta campanha presidencial se tiver de usar tornozeleira eletrônica Contexto: Líder da extrema direita francesa, Le Pen tenta reverter condenação e mira retorno à corrida presidencial Le Pen, de 57 anos, foi condenada em março de 2025 por um esquema de desvio de € 1,4 milhão em recursos do Parlamento Europeu para remunerar funcionários de seu partido na França entre 2004 e 2016. O tribunal de primeira instância concluiu que ela aprovou ou, no mínimo, tolerou um sistema que utilizava verbas destinadas a assistentes parlamentares para pagar empregados do então Frente Nacional, atual Reagrupamento Nacional (RN). Além da inelegibilidade, ela recebeu uma pena de quatro anos de prisão, sendo dois com pena suspensa e dois para cumprimento em prisão domiciliar com monitoramento eletrônico. Durante o julgamento do recurso, realizado entre janeiro e fevereiro, Le Pen negou ter organizado o esquema. A líder do RN admitiu ter cometido "um erro", ao reconhecer que alguns assistentes parlamentares desempenharam atividades "em benefício do partido", mas sustentou que a legenda agiu de "completa boa-fé". Segundo ela, não existia um sistema organizado para desviar recursos do Parlamento Europeu. Os promotores defenderam a manutenção da condenação. Para a acusação, Le Pen "profissionalizou" um método de desvio de recursos da União Europeia iniciado por seu pai, Jean-Marie Le Pen, depois de assumir a liderança do partido em 2011. O Ministério Público pediu que fosse mantida a inelegibilidade de cinco anos e uma pena de quatro anos de prisão, sendo três com pena suspensa e um ano de cumprimento sob monitoramento eletrônico. Conheça: Quem é Marine Le Pen, líder da extrema direita francesa condenada por desvio de recursos públicos Antes da divulgação do julgamento, Le Pen afirmou que não temia a decisão, mas declarou que não considerava possível disputar a Presidência caso fosse obrigada a cumprir pena com tornozeleira eletrônica. A líder da extrema direita também disse que uma decisão que a impedisse de disputar a eleição seria “sem dúvida dolorosa”, mas que continuaria atuando politicamente. — Se eu puder concorrer, vou concorrer, desde que possa fazer campanha — afirmou na semana passada, acrescentando: — Quando se é candidato à Presidência, é preciso ter total liberdade de circulação. Não posso depender de um juiz para autorizar um comício ou uma visita a um mercado. Aconteça o que acontecer, eu não estarei morta. Aconteça o que acontecer, continuarei lutando pelas minhas ideias. Le Pen disputou a Presidência da França em 2012, 2017 e 2022. Nas duas últimas eleições, chegou ao segundo turno, sendo derrotada pelo presidente Emmanuel Macron. Como Macron não poderá disputar um terceiro mandato consecutivo, a eleição de 2027 é considerada a melhor oportunidade até agora para que o RN chegue ao poder. Marine Le Pen conversa com repórteres após anúncio dos primeiros resultados das eleições francesas Dimitar Dilkoff/AFP Caso Le Pen fosse impedida de disputar a Presidência, o partido já havia sinalizado que seu presidente, Jordan Bardella, de 30 anos, assumiria a candidatura. Desde a condenação em primeira instância, Bardella passou a ser tratado como o plano alternativo da legenda. No fim de semana, ele reiterou apoio à líder da extrema direita e afirmou permanecer comprometido com sua eleição à Presidência da República. Filha caçula de Jean-Marie Le Pen, fundador da Frente Nacional, Marine assumiu a liderança do partido em 2011 com a proposta de ampliar seu eleitorado e reduzir o isolamento político da legenda. Em 2018, rebatizou o partido como Reagrupamento Nacional. Nas eleições legislativas de 2024, a sigla obteve seu melhor desempenho eleitoral, conquistando, ao lado de aliados, 143 cadeiras na Assembleia Nacional. Ao todo, 24 pessoas foram condenadas no processo sobre o uso de recursos do Parlamento Europeu, entre ex-eurodeputados, assessores e dirigentes partidários. Doze recorreram da decisão, incluindo Louis Aliot, vice-presidente do RN e prefeito de Perpignan; Nicolas Bay, ex-secretário-geral da legenda; Bruno Gollnisch, um dos principais dirigentes históricos do partido; Catherine Griset, ex-assessora próxima de Le Pen; e Wallerand de Saint-Just, ex-tesoureiro da legenda. Em atualização. (Com AFP)

You might also wanna read

Comments

Sign in to join the conversation.

No comments yet. Be the first.