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Día mundial del chocolate: cómo reconocer un buen cacao y claves para disfrutarlo

O cheiro de chocolate amargo pode tornar o treino de pernas mais fácil, mesmo em jejum, descobre estudo; entenda

1h agopt
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Um estudo publicado na revista Frontiers in Physiology descobriu que cheirar chocolate amargo com alto teor de cacau pode pode tornar o treino de força mais fácil, ou pelo menos mais agradável, além de diminuir a sensação de fome, o desejo e a intenção de comer. Adriane Galisteu ensina receita de 'aveioca' para turbinar o consumo de fibras na dieta OMS: 92% da população global será impactada pelo câncer; entenda "Expor homens moderadamente treinados a aromas de chocolate imediatamente antes e entre as séries de exercícios de resistência aumentou significativamente o volume total de treinamento sem aumentar a percepção de esforço", disse Mohamed Nashrudin bin Naharudin, professor assistente da Faculdade de Ciências do Esporte e do Exercício da Universidade da Malásia e autor sênior do estudo. O estudo consistiu em 23 homens saudáveis ​​e moderadamente treinados, com idades entre 20 e 25 anos. Eles foram divididos em três grupos: um deles recebeu amostra de cheiro de chocolate amargo líquido contendo 90% de cacau, outro chocolate ao leite líquido contendo 60% de cacau e o último, como controle, recebeu uma amostra de água. "Sabemos que o olfato está fortemente ligado às redes cerebrais do apetite e das emoções, mas, surpreendentemente, nenhum estudo analisou sistematicamente a interação tripla entre olfato, apetite e capacidade real de exercício de resistência", disse Naharudin. Os participantes não haviam se alimentado 10 horas antes do estudo. Como exercícios, eles fizeram a extensão de pernas: um exercício de treinamento de resistência realizado sentando-se e estendendo as pernas para levantar um peso. O desempenho na extensão de pernas foi avaliado antes e durante o treinamento. "Observar um aumento substancial nas repetições sem que os atletas sintam que estão se esforçando mais é um resultado psicobiológico fascinante", disse o pesquisador. Mito ou verdade: maçã cozida vira trend nas redes como melhor opção para a saúde que a fruta crua A fome, a saciedade, o desejo de comer e os planos de comer em um futuro próximo foram relatados antes do treino de pernas. Durante as séries, apenas a fome e o desejo de comer foram medidos, cada um após 30 segundos de exposição a uma amostra de aroma. Os resultados mostraram que ambos os tipos de chocolate tiveram efeitos claros, porém diferentes, sobre as medidas relacionadas ao apetite. Em comparação com as amostras de controle (água e chocolate ao leite), o contato com o aroma do chocolate amargo levou consistentemente os participantes a relatarem menos fome, menor desejo e intenção de comer e maior sensação de saciedade antes do exercício. O aroma do chocolate amargo suprimiu o apetite predominantemente, reduzindo a fome e aumentando a sensação de saciedade. O desempenho deles também aumentou. "Inalar o aroma de chocolate amargo com 90% de cacau adicionou cerca de 18 repetições às extensões de perna dos participantes, enquanto o aroma de chocolate ao leite com 60% de cacau adicionou cerca de nove repetições em comparação com o grupo de controle que recebeu água", disse Naharudin. Aqueles que cheiraram a amostra de chocolate ao leite (60% de cacau) relataram maior agradabilidade do odor em comparação com as amostras de chocolate amargo e água, mas nenhuma alteração na fome ou no apetite. "O aroma do chocolate amargo serve como um sinal aprendido para um alimento rico, amargo e altamente saciante, que essencialmente engana o sistema, levando-o a um estado antecipatório de plenitude. Por outro lado, o aroma mais doce do chocolate ao leite age mais como um sinal de recompensa hedônica, aumentando o volume de treinamento ao criar um ambiente sensorial altamente agradável, em vez de alterar os sinais básicos de fome metabólica", explicou Naharudin. Um ano sem celular na escola: o que a pesquisa do MEC nos mostra Os aromas da comida podem iniciar o processo digestivo ou desencadear mudanças no corpo e na mente que ocorrem na antecipação de uma refeição. Essas mudanças imitam de perto algumas das alterações psicológicas e fisiológicas normalmente provocadas pela alimentação. Apesar dos resultados, o pesquisador afirma que o estudo tem suas limitações. Uma delas, por exemplo é que não foi medido hormônios sanguíneos ou vias neurais. Além disso, pode ter havido ligeiras variações na intensidade do odor entre as amostras de chocolate, e a amostra de água era inodora, o que poderia ter dado aos participantes pistas sobre se faziam parte do grupo de controle. Por fim, são necessárias amostras de participantes mais diversificadas para confirmar esses resultados. Isso leva à questão de saber se o chocolate é o único alimento capaz de desencadear tais reações. Embora isso ainda não tenha sido testado, outros alimentos fortemente ligados à saciedade podem apresentar efeitos semelhantes. "Não acreditamos que o chocolate seja totalmente único, embora seja um alimento com associações de recompensa incrivelmente fortes e universalmente reconhecidas. Uma pessoa provavelmente precisa achar o odor familiar e atraente — ou pelo menos não repulsivo — para desencadear a mudança psicológica no apetite necessária para observar uma melhora no desempenho", concluiu Naharudin.
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