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Mulher morre após cirurgia plástica de aumento de seios e abdominoplastia na Turquia

9h agopt
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Uma britânica de 47 anos morreu após se submeter a uma cirurgia de aumento das mamas e uma abdominoplastia em uma clínica de Antalya, na Turquia. O caso ocorreu em julho de 2025 e voltou a ganhar repercussão após a conclusão de um inquérito, nesta semana, no Reino Unido, que apontou não haver evidências suficientes para determinar a causa exata da morte. Segundo o legista responsável, a hipótese mais provável é que ela tenha falecido por causas naturais agravadas pelos efeitos da cirurgia. Jovem perde a mão após fogo de artifício explodir durante visita a lanchonete na Califórnia Menina de 7 anos morre após sofrer parada cardíaca durante tratamento dentário com oito obturações na Turquia Caroline Baker, moradora de Sutton-in-Ashfield, em Nottinghamshire, viajou ao país acompanhada da filha, Kayden, para realizar o procedimento estético, previsto para durar cerca de quatro horas. De acordo com o depoimento da jovem, lido durante a audiência no Tribunal de Justiça de Winchester, a cirurgia foi considerada bem-sucedida, mas, pouco depois, a paciente apresentou falta de ar e sofreu uma parada cardíaca. A equipe médica tentou reanimá-la por 47 minutos, sem sucesso. A morte foi registrada por volta das 19h do dia 16 de julho, no horário local. Autópsia não confirmou infarto As autoridades turcas informaram inicialmente que a causa da morte teria sido um ataque cardíaco. No entanto, a autópsia realizada em Hampshire, na Inglaterra, concluiu que os procedimentos cirúrgicos haviam sido executados com sucesso e não encontrou sinais de infecção, sepse ou lesões cardíacas compatíveis com infarto. O exame identificou, porém, indícios de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) e depósitos de gordura nos pulmões. Um relatório toxicológico apontou a presença de medicamentos compatíveis com a anestesia utilizada durante a cirurgia, além de antidepressivos de uso contínuo. Segundo o especialista responsável, embora alguns níveis estivessem elevados, não havia elementos suficientes para concluir que essas substâncias tenham contribuído para a morte. Ao encerrar o inquérito, o legista Christopher Wilkinson afirmou que a cirurgia, por si só, não aparenta ter causado o óbito, mas ressaltou que faltam informações das autoridades turcas para esclarecer o caso. — É muito provável que a DPOC ou uma infecção pulmonar tenha causado pressão extra sobre o coração. No entanto, não tenho provas suficientes para explicar melhor a causa médica da morte ou em que medida a cirurgia contribuiu para ela. A única conclusão possível é que ela pode ter morrido de causas naturais agravadas pelos efeitos da cirurgia — declarou. Durante a audiência, o marido da vítima, Graham Baker, prestou homenagem à esposa e lembrou o impacto da perda na família. — Minha esposa era uma mãe, esposa e avó muito amada. Ela era cheia de vida e alegria. Nenhuma palavra consegue expressar a dor que sentimos todos os dias — afirmou.
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