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Gestão mais inteligente pode ajudar na prevenção de fraudes

4h ago

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Extra OnlineGestão mais inteligente pode ajudar na prevenção de fraudesglobo.com
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A gestão de despesas corporativas é um dos pilares da saúde financeira de qualquer negócio. Ela envolve processos, pessoas e, acima de tudo, credibilidade. Confia-se que a equipe utilizará os recursos da empresa de forma responsável, seja por meio de adiantamentos, reembolsos ou cartões corporativos. Mas o que acontece quando essa confiança é quebrada? O que ocorre quando pequenas distorções, intencionais ou não, aparecem nos relatórios de despesas? Um quilômetro a mais na rota, um almoço de fim de semana disfarçado de reunião de negócios, uma nota fiscal duplicada. Isoladamente, parecem insignificantes. Somadas, no entanto, drenam recursos do caixa, minam a cultura da empresa, geram desconfiança e criam riscos legais e fiscais que muitas organizações só percebem quando já é tarde demais. Entender como essas fraudes em reembolsos e no uso de cartões acontecem é um passo fundamental para sustentar a operação, proteger ativos e construir um ambiente de trabalho mais transparente e justo para todos. O impacto das fraudes corporativas vai muito além do valor desviado em uma nota fiscal adulterada. Trata-se de um problema multifacetado, com consequências que podem abalar as estruturas de uma organização. O primeiro e mais óbvio é o prejuízo financeiro direto. Cada real desviado é um valor que deixa de ser investido no crescimento do negócio, em inovação ou na valorização dos colaboradores. O custo real da fraude: muito além do valor desviado Um relatório da PwC (Global Economic Crime and Fraud Survey) revelou que 51% das organizações no mundo foram vítimas de fraudes nos últimos dois anos. Já o 2024 Report to the Nations, da ACFE (Association of Certified Fraud Examiners), analisou mais de 1.900 casos reais e concluiu que as empresas perdem, em média, 5% do seu faturamento anual em fraudes. Globalmente, isso representa mais de US$ 5 trilhões em perdas. Desse total, até 21% das fraudes estão diretamente ligadas a reembolsos de despesas corporativas. "Para uma empresa que fatura R$ 10 milhões por ano, a perda estimada de 5% representa R$ 500 mil. É um capital que deixa de ser investido em inovação, contratações ou expansão para cobrir ineficiências e desvios", analisa Danielle Lacreta, diretora Jurídica e de Compliance da ACG

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