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Desafio da Ponte: ações de sustentabilidade serão reforçadas travessia única entre Niterói e Rio

3h ago

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Extra OnlineDesafio da Ponte: ações de sustentabilidade serão reforçadas travessia única entre Niterói e Rioglobo.com
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A menos de um mês da largada, o Desafio da Ponte 2026 já começa a desenhar o perfil dos atletas que vão encarar uma das corridas mais emblemáticas do calendário nacional. Marcada para 2 de agosto, a prova oferece a rara oportunidade de atravessar correndo 21 quilômetros entre Niterói e o Rio, tendo como principal acesso a Ponte que liga as duas cidades, num percurso acessível apenas durante o evento. Os primeiros números da organização mostram predominância de corredores experientes: 36% dos inscritos têm entre 40 e 49 anos, enquanto outros 26% estão na faixa de 30 a 39 anos. Fenômeno natural: Brilho azul na Lagoa de Piratininga encanta moradores, mas preocupa pescadores; veja vídeo da bioluminescência Sem sinal: Operadora de internet denuncia ameaças a técnicos e restrições à atuação na Região Oceânica de Niterói Os homens representam 64% dos participantes, enquanto as mulheres correspondem a 36%. O perfil acompanha uma das principais características do Desafio da Ponte: a participação é restrita a atletas que comprovem desempenho mínimo em provas de 15, 21 ou 42 quilômetros disputadas no último ano. A organização aceita certificados oficiais ou registros realizados pelo aplicativo Strava, desde que passem pelo processo de validação antes da confirmação das inscriççoes, que continuam abertas e custam R$ 499. A prova terá largada na Rua Professor Plínio Leite, em frente ao Caminho Niemeyer, em Niterói. Após os primeiros quilômetros pelas ruas da cidade, os atletas seguem para a Ponte Rio-Niterói, onde percorrem aproximadamente 14 quilômetros sobre a Baía de Guanabara, antes da chegada no Boulevard Olímpico, na Região Portuária do Rio. Para facilitar o deslocamento dos participantes após a corrida, será disponibilizado um esquema especial de barcas entre as duas cidades. Indices exigidos Os tempos máximos exigidos para participação são de 1h47 nos 15 quilômetros, 2h30 na meia maratona e cinco horas na maratona para os homens. Entre as mulheres, os índices são de 1h51, 2h35 e 5h10, respectivamente. Retomado em 2025 após anos fora do calendário, o Desafio da Ponte recebeu avaliação média de 9,7 em pesquisa de satisfação realizada com os participantes. A edição passada também ficou marcada pelas medidas adotadas para reduzir o impacto ambiental da prova. Entre elas, a substituição dos copos plásticos por sachês de água nos pontos de hidratação instalados sobre a Ponte e a instalação de redes de proteção para impedir que resíduos chegassem à Baía de Guanabara. Segundo Pedro Pereira, head de Produto do Desafio da Ponte, a proposta é aperfeiçoar as ações de sustentabilidade a cada edição. — Realizar uma prova sobre a Baía de Guanabara traz uma responsabilidade enorme. Por isso, buscamos evoluir continuamente com soluções que reduzam o impacto ambiental do evento. No ano passado, a substituição dos copos plásticos por sachês de água e a instalação das redes de proteção tiveram um resultado muito positivo. Como praticamente nenhum resíduo caiu da Ponte, as embarcações mobilizadas para recolher esse material puderam atuar na retirada de lixo que já estava na baía. Queremos ampliar esse legado nas próximas edições — afirma. O fundador do coletivo de corrida Nikiti Run Club, Felipe Duarte, foi um dos atletas que participaram da retomada do Desafio da Ponte em 2025. Corredor experiente, ele conta que cresceu ouvindo relatos de atletas mais antigos sobre a tradicional travessia da Ponte Rio-Niterói e não imaginava que teria a oportunidade de disputar a prova. Para ele, a experiência superou as expectativas e se tornou uma das mais marcantes da carreira. — A galera da corrida mais old school, o pessoal que corre há 20, 30 anos, sempre falava dessa prova. Pais, avós da galera comentavam, e isso ficou no imaginário da minha geração. Ninguém esperava que ela voltasse, pela complexidade da logística e pelos riscos que uma prova na Ponte envolve. Eu participei no ano passado e, sinceramente, foi a melhor prova que já corri. Em nenhum momento pensei em tempo ou performance. Para quem vai correr este ano, minha dica é aproveitar cada quilômetro. É uma oportunidade única, em um cenário que não existe em nenhum outro lugar do país. Depois que você desce o vão central, não tem mais volta. É uma experiência que todo corredor deveria viver pelo menos uma vez — diz. Araribóia run Enquanto o Desafio da Ponte entra na reta final de preparação para a edição de agosto, outra corrida movimenta Niterói este mês. No próximo domingo, dia 12, cerca de 800 atletas são esperados para a segunda edição do Desafio Araribóia, que percorrerá ruas do Centro, do Gragoatá e de Icaraí em provas de cinco e dez quilômetros, além de caminhada de 2,5 quilômetros. A largada será na Praça Branca, no Centro. Os participantes da prova de dez quilômetros seguirão pela orla até a altura da Igreja de São Judas Tadeu, em Icaraí, onde farão o retorno para a chegada no mesmo ponto da partida. Já os corredores dos cinco quilômetros voltarão nas proximidades do Museu de Arte Contemporânea (MAC). Além de medalha de participação, serão premiados com troféus os cinco primeiros colocados gerais, masculino e feminino, nas distâncias de cinco e dez quilômetros, além dos três melhores atletas de cada faixa etária. As inscrições custam R$ 179 e permanecem abertas pela plataforma Ticket Sports. Para o organizador Fabrício Nascimento, a prova aproveita o momento de expansão da corrida de rua em Niterói e valoriza alguns dos principais cartões-postais da cidade. — O Desafio Araribóia proporciona uma experiência diferente aos corredores. O percurso passa pelo Centro revitalizado, pela orla do Gragoatá e de Icaraí e ainda inclui a subida do MAC, que torna a prova mais desafiadora. A expectativa é reunir atletas de diferentes níveis e consolidar a corrida no calendário esportivo da cidade — afirma. Initial plugin text

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