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Great Place To Work: veja o perfil dos funcionários que escolheram as melhores empresas para trabalhar

15h ago

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Extra OnlineGreat Place To Work: veja o perfil dos funcionários que escolheram as melhores empresas para trabalharglobo.com
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A consultoria Great Place To Work — que elaborou o ranking das 60 melhores empresas para trabalhar no Rio — levou em conta a opinião dos funcionários dessas organizações e traçou o perfil desses participantes. A pesquisa revelou que houve uma mudança moderada na faixa etária dos profissionais ouvidos em relação a 2025. Os grupos de 34 e 44 anos e de 45 e 54 anos ampliaram a participação em dois pontos percentuais cada. O primeiro representou 32% do total de entrevistados; o segundo, 17%. O grupo de trabalhadores de até 25 anos manteve-se em 16%. Aqueles com 55 anos ou mais passaram a responder por 6% do total, um ponto percentual abaixo do registrado em 2025. Tempo de casa Em relação ao tempo de casa, o total de funcionários que têm de seis a dez anos de empresa cresceu dois pontos e chegou a 16%. O grupo com dois a cinco anos de vínculo representou 33% do total; de 11 a 15 anos, 7%; e de 16 a 20 anos e mais de 20 anos, 3% cada. Nestes quatro casos, o quadro se manteve estável. Vale destacar que o percentual de empregados com até dois anos de contrato atingiu 38% do total de trabalhadores, uma queda de dois pontos em relação ao ano passado. Liderança Quando o assunto é o comando das empresas, a pesquisa deste ano revelou uma redução da participação feminina. No topo da hierarquia, as mulheres ocupam 24% das posições de alta liderança, seis pontos percentuais abaixo do registrado em 2025. Na média liderança, a presença delas caiu de 43% para 38%. Em outros cargos de líderes, houve recuo de 46% para 42%. Permanência na empresa A pesquisa ainda quis saber o que leva os funcionários a permanecerem nas organizações. A maioria citou qualidade de vida (35%), seguida por oportunidade de crescimento (34%) e remuneração e benefícios (15%), além de alinhamento de valores (12%) e estabilidade (5%). Em comparação com 2025, oportunidade de crescimento avançou um ponto percentual, e remuneração e benefícios, três pontos. Qualidade de vida e estabilidade se mantiveram em 35% e 5%, respectivamente. Por outro lado, o alinhamento de valores registrou queda de quatro pontos percentuais. O ranking das melhores empresas para trabalhar no Rio ainda levou em conta cinco focos: credibilidade, respeito, imparcialidade, orgulho e camaradagem. O primeiro referia-se à confiança que os funcionários tinham na liderança, incluindo capacidade de comunicação, competência e integridade dos líderes. No quesito respeito, avaliou-se se os colaboradores se sentiam valorizados e respeitados pela organização, o que incluía a percepção de que eles têm oportunidades de crescimento, suporte para realizar o trabalho e um ambiente inclusivo. No caso da imparcialidade, levou-se em conta se a empresa tratava seus funcionários de forma justa, sem discriminações ou favoritismos, em termos de remuneração, promoções e também condições de trabalho. No item orgulho, analisou-se o quanto as pessoas se sentiam felizes por trabalhar na empresa e como percebiam o impacto de seu trabalho na sociedade. No que diz respeito à camaradagem, considerou-se o espírito de equipe, ou seja, como os funcionários se relacionavam, o grau de confiança e o suporte mútuo. Percepção A pesquisa também quis saber como as pessoas se sentiam dentro das empresas em relação a cor ou etnia, orientação sexual, gênero e idade. Os funcionários ainda puderam dizer se eram bem-vindos na companhia, se achavam que estavam contribuindo para a comunidade, se consideravam as lideranças éticas e se tinham os recursos necessários para seu trabalho. Como é a escolha Segundo Daniela Diniz, diretora de Comunicação e Relações Institucionais do GPTW Brasil, o primeiro passo para a elaboração do ranking é submeter um questionário de 60 perguntas aos funcionários. A empresa pode aplicar a pesquisa a partir de dez trabalhadores e precisa ter nota igual ou superior a 70% para ser certificada, ou seja, receber o selo GPTW. Ela destaca, porém, que para ser uma companhia ranqueada, há outra etapa a cumprir. Somente as certificadas podem participar do processo de ranking estadual, e o número mínimo necessário passa a ser de 30 empregados. — Após a pesquisa, é preciso preencher o questionário de certificação, que reúne dados demográficos da organização, e enviar os questionários de práticas culturais, a partir do qual avaliamos o que torna a empresa única — diz Daniela.

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