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Pena de muerte en China para alto cargo municipal por sobornos de 300 millones de dólares
Ex-funcionário do governo chinês é condenado à morte por receber R$ 1,5 bilhão em propinas
5h agopt
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Extra OnlineEx-funcionário do governo chinês é condenado à morte por receber R$ 1,5 bilhão em propinasglobo.comUm tribunal da China condenou à morte nesta segunda-feira o ex-funcionário público Yang Youlin por corrupção, abuso de poder, peculato, lavagem de dinheiro e oferta de propina. Segundo a decisão judicial, ele recebeu mais de 2,2 bilhões de yuans (cerca de R$ 1,5 bilhão) em subornos ao longo de 30 anos, em um dos maiores casos de corrupção já julgados no país. Por outro ângulo: imagens mostram resgate de passageiros após pouso forçado de hidroavião em Nova York; assista Hotel sem funcionários? Empresa chinesa anuncia empreendimento onde robôs farão do check-in à limpeza; entenda Yang ocupou diversos cargos administrativos na cidade de Nanjing, no leste da China, entre 1993 e 2023. De acordo com o Tribunal Popular Intermediário de Changzhou, ele usou sua posição para favorecer empresas e empresários em contratos públicos, operações comerciais, transferências de terras e financiamentos em troca de pagamentos ilegais. A corte também concluiu que, entre 2014 e 2016, Yang participou do desvio de 12 milhões de yuans (R$ 9,1 milhões) em recursos públicos. Além disso, entre 2005 e 2023, pagou mais de 25 milhões de yuans (R$ 19 milhões) em propinas a outros funcionários para obter vantagens indevidas. Na sentença, a corte afirmou que o volume das propinas, a gravidade dos crimes e os prejuízos causados ao Estado e à sociedade justificam a pena capital. Todos os bens pessoais do ex-dirigente serão confiscados, e as autoridades tentarão recuperar os valores obtidos de forma ilícita. Segundo a Reuters, a condenação é considerada rara e representa um dos casos mais severos da campanha anticorrupção conduzida pelo presidente Xi Jinping. Embora centenas de milhares de integrantes do Partido Comunista tenham sido punidos na última década, sentenças de morte por crimes econômicos são incomuns. Críticos do governo chinês afirmam que a ofensiva também tem sido usada para eliminar adversários políticos, acusação rejeitada por Pequim. Nos últimos anos, apenas alguns casos de grande repercussão resultaram em pena de morte. Em 2021, Lai Xiaomin, ex-presidente de uma estatal financeira, foi executado após ser condenado por corrupção. Em 2024, Li Jianping, ex-funcionário da Mongólia Interior, também foi executado por crimes de corrupção e peculato.
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