Do estilo aos negócios: conheça a trajetória de Chantal Kopenhagen, empresária que transformou personalidade em influência
13h agopt
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Para Chantal Kopenhagen Goldfinger, os óculos nunca foram apenas um acessório. Desde a infância, ela construiu uma relação com as armações marcantes, incorporando o item ao próprio estilo e transformando a peça em uma espécie de assinatura pessoal. Hoje, com uma coleção de mais de 3 mil modelos e uma comunidade de cerca de 130 mil seguidores no Instagram, ela se tornou uma referência entre admiradores de uma estética maximalista, inclusive entre um público mais jovem que chegou às suas redes nos últimos anos. Mais do que um vestido: o que a escolha de Taylor Swift pela Dior revela sobre o poder da moda Além da fama: por que celebridades passaram a administrar o próprio patrimônio? A empresária e influenciadora defende que os óculos ocupam um lugar que vai além da função prática. Para ela, a escolha de uma armação pode comunicar personalidade, humor e a maneira como alguém deseja ser percebido. "O óculos é a primeira coisa que alguém vê em você. É a moldura do seu olhar. Quando uma mulher escolhe um modelo que conversa com sua personalidade, ela não está apenas corrigindo a visão ou se protegendo do sol; ela está assinando sua presença", afirma. Chantal Kopenhagen: a trajetória da empresária que transformou personalidade em negócio Reprodução Instagram Segundo Chantal, a relação com o acessório também passa pela forma como cada pessoa se sente ao usá-lo. "Funciona como uma armadura estilosa que nos dá coragem para enfrentar o dia", destaca. Entre suas referências está Iris Apfel, nome associado ao uso de grandes armações e à defesa de uma moda mais autoral. Para Chantal, mulheres que assumem escolhas visuais próprias mostram que estilo também pode ser uma forma de expressão. "São mulheres que transformam o ‘ser vista’ em uma escolha deliberada e poderosa", explica. Chantal Kopenhagen revela sua relação com estilo, autenticidade e escolhas fora das tendências Reprodução Instagram Apesar do acervo extenso, Chantal diz não se guiar por tendências passageiras. Sua preferência está em peças que tenham uma relação mais duradoura com a identidade de quem usa: "Se é tendência, eu tendo a não me interessar. Minha busca é pela autenticidade. Quero modelos que façam a mulher se sentir ela mesma, só que em uma versão mais potente." Para ela, a elegância está menos em acompanhar novidades e mais em encontrar elementos que façam sentido para cada pessoa. "A beleza está no conforto de usar algo que represente sua identidade, sem disfarces", completa. Chantal Kopenhagen: a influenciadora que aposta em estilo próprio e conexão com o público Reprodução Instagram A participação dos consumidores na criação de produtos Além do universo da moda e da imagem pessoal, Chantal também atua como cofundadora da GoldKo. Recentemente, a empresa desenvolveu um novo produto a partir da participação de sua comunidade de consumidores, conhecida como "besties", que acompanha a marca nas redes sociais. A criação do Iced Caramellow contou com sugestões enviadas pelos próprios fãs, que ajudaram a definir características da bebida. O movimento acompanha uma estratégia cada vez mais adotada por empresas de consumo: ouvir comunidades digitais para entender preferências e incorporar essas percepções ao desenvolvimento de novos produtos. Em vez de concentrar todo o processo em pesquisas tradicionais de mercado, algumas marcas passaram a criar espaços de diálogo contínuo com seus consumidores, transformando opiniões e hábitos de consumo em informações para novos lançamentos. No caso da GoldKo, as sugestões foram avaliadas e deram origem a uma receita que combina chocolate, chantimallow, biscoito de chocolate, xarope de baunilha sem açúcar, calda de chocolate com caramelo e flor de sal, além de raspas de chocolate ao leite com caramelo e flor de sal. A bebida não possui adição de açúcares. Comunidades digitais e novas formas de consumo A participação dos clientes no processo criativo revela uma transformação na forma como empresas e comunidades se relacionam. Hoje, grupos engajados não apenas acompanham novidades, mas também compartilham opiniões e influenciam decisões. Essa troca aproxima marcas e consumidores, criando uma relação em que o público deixa de ser apenas receptor e passa a ocupar um papel mais ativo na construção de produtos e experiências.
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