All Topics
All Topics
Technology
Technology
AI
AI
Business
Business
Entertainment
Entertainment
News
News
Programming
Programming
Security
Security
Science
Science
Design
Design
Environment
Environment
Finance
Finance
Crypto
Crypto
Politics
Politics
Sports
Sports
Education
Education
Gaming
Gaming
Art
Art
Music
Music
Health
Health
Books
Books
Food
Food
Travel
Travel
Personal
Personal
Bluesky
Twitter
First reported by Infobae
Trump celebra los 250 años de EEUU con un discurso en la Explanada Nacional de Washington

Como a ligação de Trump ajudou a reverter suspensão de Balogun e abriu crise na Copa

14h agopt

Source

Extra OnlineComo a ligação de Trump ajudou a reverter suspensão de Balogun e abriu crise na Copaglobo.com
Snippet from the RSS feed
A decisão da FIFA de suspender a punição imposta ao atacante Folarin Balogun, liberando o jogador para defender os Estados Unidos nas oitavas de final da Copa do Mundo contra a Bélgica, ganhou um novo capítulo. Segundo revelou o The Athletic, uma ligação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para Gianni Infantino, presidente da FIFA, foi um dos fatores que impulsionaram a mobilização nos bastidores para revisar o caso, desencadeando uma das maiores controvérsias da história recente do torneio. Balogun havia sido expulso na vitória americana sobre a Bósnia e Herzegovina e, pelo regulamento da FIFA, deveria cumprir suspensão automática de uma partida. No entanto, dias depois, o Comitê Disciplinar da entidade decidiu suspender a punição, permitindo que o atacante estivesse à disposição para enfrentar a Bélgica. Logo após a decisão, Trump comemorou publicamente nas redes sociais. — Obrigado à FIFA por fazer o que era certo e reverter uma grande injustiça — escreveu o presidente americano. Posteriormente, veio à tona que Trump havia telefonado para Infantino no início da semana para discutir o caso. A conversa foi inicialmente revelada pela Associated Press e pelo New York Times e confirmada por fontes ouvidas pelo The Athletic. Governo dos EUA entrou em ação A atuação da Casa Branca, porém, não se limitou ao telefonema presidencial. Segundo a reportagem, advogados ligados ao governo americano trabalharam em conjunto com a Federação de Futebol dos Estados Unidos (US Soccer) para construir uma estratégia jurídica. Entre os envolvidos estavam o secretário de Comércio, Howard Lutnick, o diretor da força-tarefa da Casa Branca para a Copa, Andrew Giuliani, e Scott Goodwin, investidor e doador da US Soccer. Enquanto a federação reunia argumentos para contestar a expulsão, integrantes do governo acompanhavam o andamento do processo e buscavam atualizações junto à FIFA. O principal argumento apresentado pelos americanos era de que o VAR havia sido utilizado de maneira inadequada, com excesso de imagens congeladas e câmera lenta durante a revisão do lance, o que teria influenciado a decisão do árbitro. Como o regulamento não prevê recurso para cartões vermelhos, a FIFA encontrou uma solução incomum: manteve a expulsão, mas suspendeu a punição automática de um jogo. Relação entre Trump e Infantino aumenta suspeitas A proximidade entre Trump e Infantino tornou a decisão ainda mais controversa. Nos últimos meses, a FIFA inaugurou um escritório na Trump Tower, em Nova York, e alterou o planejamento do sorteio da Copa do Mundo para atender a um pedido do presidente americano. Durante o evento, Infantino entregou a Trump uma réplica do troféu da Copa, uma medalha comemorativa e um certificado simbólico ligado ao Prêmio Nobel da Paz. Esses episódios já haviam levado organizações e parlamentares europeus a questionar a independência da entidade máxima do futebol. Os estatutos da FIFA determinam que a organização deve manter neutralidade política e impedir interferências externas em seus processos disciplinares, motivo pelo qual a participação direta do governo americano passou a ser alvo de críticas. Bélgica reage e promete recorrer A decisão provocou indignação na Bélgica, adversária dos Estados Unidos nas oitavas. A federação belga divulgou nota afirmando estar "estarrecida" com a suspensão da punição e informou que estuda todas as medidas cabíveis. O técnico Rudi Garcia foi ainda mais duro. — Achei que 5 de julho tivesse virado 1º de abril na FIFA. Nossa federação está defendendo a integridade e a ética do futebol — declarou. Já o técnico americano Mauricio Pochettino evitou alimentar a polêmica. — Entendo a posição da Bélgica, mas para mim não há muito o que discutir — afirmou.

You might also wanna read

Comments

Sign in to join the conversation.

No comments yet. Be the first.