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First reported by Infobae
Trump celebra los 250 años de EEUU con un discurso en la Explanada Nacional de Washington

'Caso Balogun' não é primeira vez que política entra em cena durante uma Copa do Mundo; relembre outros

3h ago

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Extra Online'Caso Balogun' não é primeira vez que política entra em cena durante uma Copa do Mundo; relembre outrosglobo.com
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A ligação do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para o chefe da Fifa, Gianni Infantino — instando o comitê disciplinar da entidade a reexaminar o cartão vermelho aplicado a Folarin Balogun — não é o primeiro caso de interferência política em uma Copa do Mundo. Relembre abaixo outros episódios similares ocorridos em mundiais. 'Já fomos punidos o suficiente': técnico dos EUA, Pochettino comemora anulação de expulsão de Balogun Leia mais: Federação Belga de Futebol se diz 'surpresa' após Fifa anular suspensão do americano Balogun e analisa 'medidas possíveis' 'Escândalo': imprensa internacional repercute anulação da suspensão de Balogun, jogador dos EUA 1934: Pressão de Mussolini A Itália fascista sediou a segunda edição da Copa do Mundo, e "Il Duce" — que, ao contrário de seu povo, não se interessava por futebol — viu o evento como uma oportunidade ideal para glorificar seu regime político. Mussolini comparecia a todas as partidas e descia até os vestiários; a arbitragem mostrou-se extremamente favorável à seleção anfitriã — que acabou se sagrando campeã —, a ponto de a Fifa decidir, posteriormente, banir dois árbitros para sempre. 1938: Pressão de Mussolini (novamente) Um ano antes da Segunda Guerra Mundial, a Áustria — recém-anexada pela Alemanha nazista — retirou-se do torneio. Vários de seus jogadores foram forçados a atuar pela Die Mannschaft e obrigados a fazer a saudação nazista no estádio Parc des Princes. No entanto, a Alemanha não passou das oitavas de final. Galerias Relacionadas A Itália, por sua vez, manteve o título; os jogadores vestiam camisas pretas que remetiam aos uniformes das milícias fascistas italianas. Antes da final, Mussolini enviou-lhes uma mensagem breve, porém arrepiante: "Vencer ou morrer". 1978: Suspeitas de corrupção na Argentina Realizado sob a ditadura do general Jorge Rafael Videla, o torneio — que visava melhorar a imagem do regime — viu a Argentina conquistar seu primeiro título em meio a fortes suspeitas de corrupção. Na segunda fase, disputada em dois grupos de quatro equipes cada, a Albiceleste precisava vencer o Peru por uma diferença de pelo menos quatro gols para superar o Brasil e chegar à final (disputada pelos vencedores de cada grupo). Os peruanos, que haviam demonstrado uma defesa sólida no início do torneio, desmoronaram e perderam por 6 a 0. Ao longo dos anos — embora nunca tenham sido apresentadas provas conclusivas —, diversos relatos apontaram para um ato de corrupção envolvendo ambas as ditaduras. 1982: França x Kuwait e a intervenção do xeique Em Valladolid, os bleus haviam marcado o quarto gol — ampliando o placar para 4 a 1 — por meio de Alain Giresse; o gol foi contestado pelos kuwaitianos, que ouviram um apito (vindo das arquibancadas) e acreditaram que ele sinalizava impedimento. Galerias Relacionadas Depois que o árbitro já havia validado o gol, o xeique Fahad Al-Ahmed Al-Jaber Al-Sabah — irmão mais novo do emir e presidente da Associação de Futebol do Kuwait — desceu das arquibancadas e entrou no gramado, para o espanto de todos, para protestar contra a decisão. Em meio a uma confusão generalizada, o árbitro anulou o gol — uma atitude pela qual pagaria um preço alto: o banimento vitalício imposto pela Fifa. 2026: Trump liga para Infantino Insatisfeito com o cartão vermelho mostrado a Folarin Balogun durante a vitória dos Estados Unidos sobre a Bósnia-Herzegovina na fase de 32 avos de final — o que acarretava uma suspensão automática do atacante americano para a partida seguinte, contra a Bélgica —, Donald Trump ligou para o presidente da Fifa, Gianni Infantino, para solicitar uma revisão da punição. Quatro dias depois, a entidade máxima do futebol mundial anunciou que seu comitê disciplinar havia modificado a penalidade: a suspensão obrigatória de uma partida foi convertida em "suspensão condicional de um jogo, acompanhada de um período de prova de um ano". O resultado: o artilheiro da seleção dos EUA nesta Copa do Mundo estaria apto a jogar em Seattle, nesta segunda-feira, na partida das oitavas de final contra os "Diabos Vermelhos".

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