All Topics
All Topics
Technology
Technology
AI
AI
Business
Business
Entertainment
Entertainment
News
News
Programming
Programming
Security
Security
Science
Science
Design
Design
Environment
Environment
Finance
Finance
Crypto
Crypto
Politics
Politics
Sports
Sports
Education
Education
Gaming
Gaming
Art
Art
Music
Music
Health
Health
Books
Books
Food
Food
Travel
Travel
Personal
Personal
Bluesky
Twitter

Caças britânicos interceptam avião russo em operação da Otan no Mar da Noruega; ministério fala em ‘atividade insegura’

3h agopt

Source

Extra OnlineCaças britânicos interceptam avião russo em operação da Otan no Mar da Noruega; ministério fala em ‘atividade insegura’globo.com
Snippet from the RSS feed
O Ministério da Defesa do Reino Unido acusou nesta segunda-feira a Rússia de realizar uma atividade “insegura e pouco profissional” durante uma operação da Otan no Mar da Noruega. Segundo o governo britânico, um avião russo de patrulha marítima Bear-F se aproximou repetidamente do grupo de ataque liderado pelo porta-aviões HMS Prince of Wales, voando em baixa altitude e “desnecessariamente perto” da embarcação enquanto ela participava de uma missão de defesa aérea próxima à Islândia. Kiev pede mais mísseis Patriot: Ataque russo expõe fragilidade da defesa aérea da Ucrânia às vésperas da cúpula da Otan Análise: Nem aumento do custo da guerra derrota teimosia de Putin na Ucrânia Segundo o ministério, a aeronave russa lançou dez sonoboias no mar durante o incidente, ocorrido na quinta-feira. Os dispositivos flutuam na água e utilizam sonar para detectar submarinos e outras embarcações. As forças britânicas afirmaram que tentaram estabelecer contato com o avião por frequências internacionais, mas não receberam resposta. Diante da aproximação da aeronave, dois caças F-35 decolaram do HMS Prince of Wales para interceptar e escoltar o Bear-F até que ele deixasse as proximidades do grupo de ataque. Em nota, um porta-voz do Ministério da Defesa classificou a ação como “insegura e pouco profissional” e afirmou que o episódio ocorreu no âmbito da operação “Sentinela do Ártico”, conduzida pela Otan. O Grupo de Ataque de Porta-Aviões do Reino Unido está atualmente mobilizado próximo à Islândia sob comando da Otan, com cerca de 1,5 mil militares britânicos. A força é composta pelo HMS Prince of Wales, pelo destróier HMS Duncan, por caças F-35, helicópteros Merlin e Wildcat e pelo navio-tanque de reabastecimento RFA Tidespring. Segundo o governo britânico, esta é a primeira vez que a aliança realiza operações de policiamento aéreo a partir de um porta-aviões europeu. ‘Um choque completo’: Após anos em guerra, longas filas por gasolina destroem a ilusão de normalidade na Rússia As declarações foram divulgadas enquanto o secretário de Defesa britânico, Dan Jarvis, e a ministra das Relações Exteriores da Islândia, Thorgerdur Katrin Gunnarsdottir, visitavam o HMS Prince of Wales durante o fim de semana. O Ministério da Defesa afirmou que o porta-aviões lidera uma missão para defender o Atlântico Norte “diante das crescentes ameaças russas”. — Vivemos em um período cada vez mais perigoso e incerto, e mobilizações como esta, com o apoio de aliados e parceiros, incluindo a Islândia, fortalecem nossa capacidade de dissuasão e defesa como parte da Otan — afirmou Jarvis à Channel 4 News, acrescentando que a ameaça representada pela Rússia “existe em todos os domínios: debaixo d'água, na superfície do mar, em terra, no céu, no espaço e também no ciberespaço”. O chefe do Estado-Maior da Defesa do Reino Unido, Sir Richard Knighton, já havia afirmado à BBC, em junho, que a Rússia vinha “sondando, desafiando e testando nossas defesas” e “elevando o nível da tensão e correndo o risco de cruzar um limite”. A Otan também alertou que Moscou poderá estar pronta para recorrer ao uso da força militar até 2030. O episódio ocorre semanas depois de fuzileiros navais britânicos abordarem um petroleiro da chamada “frota fantasma” russa no Canal da Mancha. Segundo especialistas militares e autoridades europeias citados pelo governo britânico, Moscou vem intensificando suas táticas de “guerra híbrida” em regiões consideradas estratégicas para a segurança da aliança. (Com AFP)

You might also wanna read

Explosão em refinaria de Moscou pode ter sido causada por míssil russo, não por drone ucraniano

Uma explosão em uma instalação de armazenamento de combustível em Moscou, inicialmente atribuída a um drone ucraniano, pode ter sido causada

www1.folha.uol.com.br·13d ago

Ucrânia realiza maior ataque com drones contra Moscou em dois anos, atingindo refinaria e aeroportos

A Ucrânia realizou o maior ataque com drones contra Moscou nos últimos dois anos, atingindo uma refinaria de petróleo na capital russa e cau

www1.folha.uol.com.br·18d ago

Ataques ucranianos a refinarias russas causam crise de combustível e pressionam Putin

A Folha analisa que a invasão da Ucrânia pela Rússia, inicialmente planejada para durar poucos dias, já ultrapassou a duração da Grande Guer

www1.folha.uol.com.br·19h ago

EUA mobilizam mais de 1.700 militares para operações de ajuda humanitária na Venezuela

Os Estados Unidos enviaram mais de 900 militares para a Venezuela e cerca de 800 outros para bases no Caribe (Porto Rico e Curaçao) para apo

www1.folha.uol.com.br·5d ago

Brasil anuncia intenção de comprar mais 20 caças Gripen E apesar de cortes no orçamento da Defesa

O Brasil anunciou a intenção de comprar até 20 caças Saab Gripen E adicionais, elevando a frota total para 56 aeronaves, apesar de um cenári

www1.folha.uol.com.br·1mo ago

EUA realizam novos ataques militares contra alvos no Irã, afirma autoridade americana

Os Estados Unidos realizaram novos ataques militares contra alvos no Irã, atingindo um local militar que, segundo autoridades americanas, re

www1.folha.uol.com.br·1mo ago

Comments

Sign in to join the conversation.

No comments yet. Be the first.