First reported by Extra Online
'É preciso pelo menos 48h para entender se de fato o cessar-fogo com Irã acabou, como diz Trump', analisa professor
Ataques aéreos dos EUA matam três no oeste do Irã, diz agência estatal
3h agopt
From the article
Ataques aéreos dos Estados Unidos no Irã mataram três pessoas e feriram várias outras no oeste do país, informou a agência de notícias oficial IRNA nesta quinta-feira, citando uma autoridade local. Valiolah Hayati, vice-governador de Cuzistão para Segurança, disse a repórteres que todas elas foram vítimas de um ataque aéreo dos EUA nos arredores da cidade de Ahvaz, segundo a IRNA. 'Eles são lixo, governados por doentes': Trump diz que cessar-fogo com Irã 'acabou' e ameaça novo ataque esta noite Leia também: Conflito entre EUA e Irã volta a ameaçar navegação no Golfo e dificulta resgate de marinheiros pela ONU; vídeo mostra explosões Os Estados Unidos voltaram a atacar o Irã, nesta quarta-feira, após o presidente americano, Donald Trump, afirmar que considera encerrado o acordo provisório de cessar-fogo firmado entre os dois países em junho. Pouco depois dos novos ataques, Trump advertiu que os bombardeios aumentarão significativamente caso Teerã continue atingindo embarcações no Estreito de Ormuz. "Esta é uma represália pelo bombardeio de navios realizado ontem pelo Irã. Se isso voltar a acontecer, será muito pior", publicou nas redes sociais, juntamente com uma imagem de junho do ano passado, como se fosse uma foto dos novos bombardeios. Initial plugin text Falando a jornalistas bordo do Força Aérea Um, no retorno da viagem à cúpula da Otan na Turquia, disse que atacou o Irã "porque, para ser sincero, eles são meio malucos", acrescentando que "parece loucura — eles estão um pouco fora de controle —, mas querem muito fechar negócio". Até o momento, não há qualquer indício de que Teerã pretenda retornar imediatamente à mesa de negociações. — Temos muitas maneiras de vencer, mas já vencemos militarmente — afirmou ao ser questionado se planejava retornar à "guerra total". A retomada das hostilidades entre Estados Unidos e Irã aumentou a preocupação com a segurança da navegação no Estreito de Ormuz e fez subir o preço do petróleo no mercado internacional. O conflito dificulta ainda a operação de resgate dos cerca de 6 mil marinheiros que estão há semanas em navios retidos na região. Os ataques desta semana atingiram três embarcações comerciais nas águas próximas à costa de Omã, entre elas um petroleiro saudita e um navio transportador de gás natural liquefeito do Catar. Embora o Irã não tenha assumido a autoria, os episódios aumentaram a preocupação com a segurança da navegação no Estreito de Ormuz. Dados da empresa de monitoramento marítimo Kpler mostram que apenas 36 embarcações cruzaram o estreito na segunda-feira, quando o primeiro navio foi atingido, um número muito inferior às mais de 100 travessias diárias registradas antes do início da guerra. Após a assinatura, em 17 de junho, de um acordo preliminar entre Teerã e Washington, o tráfego em Ormuz foi sendo lentamente retomado, embora ainda muito abaixo do registrado antes do conflito.
Continue reading on Extra OnlineYou might also wanna read
Estados Unidos anunciam início de novos ataques contra o Irã
agenciabrasil.ebc.com.br·11h ago

Trump afirma que acordo provisório dos EUA com Irã "acabou"
Tribuna Online·21h ago

Irã ameaça fechar estreito de Hormuz se sofrer novos ataques dos EUA
Tribuna Online·14h ago
Três meses após ataque ao Irão, EUA continuam sem solução para crise no estreito de Ormuz
Três meses após o ataque conjunto dos EUA e Israel ao Irão, que matou o líder supremo ayatollah Ali Khamenei e outras figuras importantes do
Trump ameaça Irão após derrube de helicóptero dos EUA em Ormuz, colocando cessar-fogo em risco
O artigo descreve a volatilidade das relações entre os EUA e o Irão, com Trump a ameaçar que o Irão "vai pagar o preço" após o derrube de um
Assim como a China, Irã tem ‘Estado Planejador’ e, por isso, está vencendo a guerra contra os EUA, diz analista geopolítico
Brasil de Fato·8h ago

Comments
Sign in to join the conversation.
No comments yet. Be the first.