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Análise: Bélgica faz sua melhor atuação na Copa do Mundo e 'expulsa' os Estados Unidos de Balogun para chegar às quartas

6h agopt

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Extra OnlineAnálise: Bélgica faz sua melhor atuação na Copa do Mundo e 'expulsa' os Estados Unidos de Balogun para chegar às quartasglobo.com
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Se os Estados Unidos contaram com a articulação do presidente Donald Trump nos bastidores da Fifa para suspender o cartão vermelho de Balogun, a Bélgica mostrou que a decisão em campo é o que realmente mais vale no soccer — como o futebol é chamado em solo americano. Com críticas da federação belga e do técnico Rudi Garcia à reviravolta no caso, a equipe entrou com sangue nos olhos e fez sua melhor atuação na Copa do Mundo para eliminar os donos da casa com uma goleada por 4 a 1, nesta segunda-feira, em Seattle, e garantir vaga nas quartas de final contra a Espanha. Após a Bélgica sair atrás por 2 a 0, mas conquistar uma classificação heroica diante do Senegal na prorrogação, Garcia decidiu barrar as estrelas da equipe. De Bruyne e Doku saíram no início do segundo tempo contra os senegaleses, enquanto Lukaku até marcou na virada belga, mas ainda não está nas condições físicas ideais para atuar 90 minutos. "Folarin Balogun #20, dos Estados Unidos, discute com o árbitro Adham Makhadmeh durante a partida das oitavas de final da Copa do Mundo FIFA 2026 entre Estados Unidos e Bélgica, no Seattle Stadium, em 6 de julho de 2026, em Seattle, Washington. Carl Recine/Getty Images/AFP A mudança de rota promovida por Garcia surtiu efeito. Se ainda não haviam convencido na Copa até então, os belgas encurralaram os americanos nos primeiros minutos e, por ironia do destino, pareciam os verdadeiros mandantes. Após Castagne exigir grande defesa de Freese, Raskin aproveitou um cochilo da defesa adversária para encontrar De Ketelaere, que, livre na pequena área, só teve o trabalho de empurrar a bola para o fundo das redes. Enquanto a Bélgica chegava com facilidade ao ataque, os Estados Unidos tinham dificuldades para impor o estilo ofensivo que os levou às oitavas de final. Prova disso é que a primeira finalização da equipe americana saiu apenas aos 31 minutos. Ainda assim, foi suficiente para deixar tudo igual. Apagado até então, Balogun sofreu falta cobrada por Tilman, que contou com o desvio em Vanaken para superar Courtois. Mas a reação americana durou pouco. Dois minutos depois, assim como no primeiro gol belga, Trossard chegou à linha de fundo com sucesso. Desta vez, passou por dois marcadores e cruzou na medida para De Ketelaere marcar de cabeça o segundo dele na partida. Após mais um vacilo da defesa americana, o técnico Mauricio Pochettino esbravejou no banco de reservas. Pochettino até tentou deixar a equipe mais ofensiva com a entrada do meia Reyna no lugar do lateral-direito Dest. O treinador só não contava com uma lambamça de Freese, que saiu para cortar um lançamento, mas "entregou a paçoca" para Vanken, que chutou para o gol vazio e ainda viu o zagueiro Ream desviar mal. Na reta final, os Estados Unidos chegaram com mais perigo diante de uma Bélgica que administrava o resultado. Balogun ficou cara a cara com Courtois, mas o goleiro levou a melhor. Nos acréscimos, ainda deu tempo para Lukaku decretar a goleada.

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